quinta-feira, 18 de setembro de 2014

"Amo-te"

Amo-te, arrepio-me de o sentir na ponta dos dedos, mas também por não o saber passar para actos e gestos que mudem minha natureza. Amo-te por omissão, amo-te por defeito, fizeste-me nascer para o amor naquele dia de Dezembro. Não te posso ter, não me devo entregar, não te quero magoar, mas tenho a liberdade para te amar, sempre! E tiro conforto desse amor solitário porque o teu nome está gravado na minha alma, dá-lhe sustento de paz e calma. Complexamente, amo-te!

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