quarta-feira, 9 de novembro de 2011

"Sem Mãos De Pelica"

Quero espalhar sopros de beleza
De imaginários e reais intangíveis
Agarrarei a vida em sublime leveza
Dobrando as couraças dos insensíveis

Desluvando o toque que anseia impressão
Marcarei carícias em todos credos e tons de pele
Vergando impiedosamente os que em contramão
Adoçam beiços lambendo dedos sem mel

De punhos cerrados ou por dedo de canhão
Derrubarei máscaras de cinismo e hipocrisia
Expondo o segredo que em oclusa mão
Me faz querer tocar-vos dia sobre dia

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